Festas Juninas no: 802, 206, 304, 308, 115, M. Ervilha,CEPI Quero – Quero, CEPI Arara Canindé, CEPI Beija – flor, CEPI Sabiá do Campo, CEPI Curió

23 jul

festa junina desenho

Mais uma vez nos deliciamos nas Festas Juninas das escolas do Recanto das Emas. Agradecemos a todos pelo carinho e parabenizamos pela dedicação e compromisso.

As festas foram maravilhosas:

CEF 802

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Professor Robson, Vice – diretor Erik, Diretora Socorro, Professora Luciana, Coordenador Regional Marcos Faria e Subsecretário da SUBEB Daniel Crepaldi20150723050245 CEF 20620150723061135 (1)20150723061133

CEI 304

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CEF 30820150723050325

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Myriam Ervilha

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CEPI Arara Canindé

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CEPI Beija-flor

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CEPI Curió2015072306384820150723064046

CEPI Quero Quero

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CEF 1152015072305001920150723050020 (2)

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20 jul

dia do amigo

16 jul

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Chamada de Trabalhos para a Rede de Saberes e Experiências

16 jul

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A escola é uma instituição social formada por sujeitos concretos, histórica e culturalmente inseridos.  Entre acordos, tensões e conflitos, a escola é também espaço de construção de novas práticas sociais, de revisão crítica das injustiças sociais e de valores discriminatórios. Dessa forma, inserí-la no debate sobre a diversidade, inclusão e cidadania é colocá-la diante do desafio de escutar as vozes silenciadas, o não-dito ou negado, é pensá-la como um espaço de construção de novos olhares sobre o mundo, sobre as pessoas e sobre a relação entre elas. Continuar lendo

Desenhos feitos por alunos ilustram novo ECA por Camila Denes, Ascom/SEDF

15 jul
Desenhos feitos por alunos ilustram novo ECA

Fotos: Tiago Oliveira – Ascom/SEDF

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Cartilha foi entregue em cerimônia que ocorreu nesta segunda-feira (13), na abertura de seminário sobre avanços do Estatuto da Criança e do Adolescente

No ano em que se comemora os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude lançou a versão atualizada do documento. Os desenhos que ilustraram a capa da publicação, foram feitos por estudantes de escolas públicas do Distrito Federal. Como forma de homenagem e agradecimento, o secretário de Educação, Júlio Gregório, e a secretária de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Jane Klebia Reis, entregaram os primeiros exemplares, às professoras que participaram da ação. A cerimônia ocorreu na tarde desta segunda-feira (13), na abertura do Seminário ECA 25 anos – Avaliações e Perspectivas, realizada no auditório do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TDFT).

Das catorze Coordenações Regionais de Ensino da rede pública, quatro foram envolvidas no projeto. Estudantes das unidades educacionais Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia, Centro de Ensino Fundamental 802 do Recanto das Emas, Centro de Ensino Médio Ave Branca de Taguatinga e Centro de Educação Infantil 02 de Sobradinho estamparam belos desenhos no estatuto.

Letícia do Nascimento, da unidade de Sobradinho, contou ter ficado bastante emocionada com o resultado. Observando os desenhos que compõem o estatuto, ela disse que “foi uma homenagem maravilhosa”. “No dia a dia, nós lutamos com as crianças, dando um direcionamento pedagógico e isso simboliza um retorno do nosso empenho”, disse a educadora, que, faltando pouco para se aposentar, vê no projeto um símbolo que vai encerrar esse processo.

Também professora de Sobradinho, Elisabete da Costa explicou como traduziu a temática do ECA para seus alunos, de apenas cinco anos de idade. A abordagem da professora girou em torno da história de uma menina que queria tudo e um dia se deparou com uma criança mal vestida, que pedia comida na rua. “Questionei se eles não achavam que todas as crianças deveriam ter casa, amor, comida. A partir daí, eles começaram a fazer os desenhos e ficaram fantásticos”, disse a professora orgulhosa.

Para o secretário de Educação, os desenhos simbolizam a reflexão das crianças a respeito do estatuto. “A partir de um trabalho explicando a razão de ser do documento, temos essas manifestações tão singelas e representativas sobre os direitos e deveres das crianças. É importante lembrar que o estatuto também prevê os deveres”, ressaltou ele. Gregório disse, ainda, que o trabalho se destaca ao promover conversa entre alunos e pais, acerca da lei. “Esse debate foi levado para dentro das casas dos estudantes, fazendo com que eles participassem, direta ou indiretamente da reflexão sobre esse trabalho”, concluiu.

A Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude aproveitou todos os desenhos – os que integram ou não a capa – para fazer uma exposição na entrada do auditório do TJDFT. Estiveram presentes no evento o juiz titular da Vara da Infância e Juventude do DF, Renato Rodovalho, e o secretário-executivo do Fórum Nacional dos Direitos da Criança, Wellington Pereira. O encontro foi organizado para discutir sobre os avanços da Lei e o que esperar para os próximos anos.

ECA completa 25 anos e aponta desafios para o Brasil

13 jul

Em 267 artigos, Lei trata sobre direitos fundamentais e também aponta políticas de atendimento. Norma já sofreu alterações e há mais 300 propostas de mudanças aguardando análise

Antonio Cruz/ABr

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 25 nesta segunda-feira (13). Disposto através da Lei 8069/1990, a norma é ampla e trata, por meio de 267 artigos, dos direitos fundamentais à saúde, liberdade, respeito, dignidade, convivência familiar, educação, cultura, esporte, lazer e proteção no trabalho. O código aponta ainda as políticas de atendimento, prevenção de violações e proteção dos menores, bem como prevê os procedimentos em casos de violações.

Sancionado pelo então presidente Fernando Collor de Melo, é considerado um dos instrumentos legais mais avançados do mundo. “Essa não foi uma legislação elaborada de um dia para o outro. Foi fruto de um trabalho extremamente longo e exaustivo que reconhecia a necessidade e urgência de uma superação do modelo assistencialista para prever um atendimento mais amplo e digno, com garantia dos direitos básicos”, frisou o agora senador Collor (PTB-AL), à Rádio Senado, lembrando que o ECA foi inspirado pela Convenção Internacional dos Direitos da Criança das Nações Unidas, da qual o Brasil é signatário.

O estatuto foi alterado posteriormente para ajustes em vários trechos. Levantamento feito pelo Agência Câmara, mostra que quase 300 propostas para mudar fragmentos da legislação aguardam análise dos deputados. Mais de 50 propõem o endurecimento de penas para adolescentes infratores.

Embora vá de encontro ao estatuto, a proposta de Emenda à Constituição 171/1993, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte, aprovada em primeiro turno recentemente pela Câmara dos Deputados, não entra nessa lista, porque ela não altera o ECA. Na verdade, a mudança, se aprovada, será no artigo 228 da Constituição Federal assumindo a seguinte redação: “São penalmente inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial”.

Nesse caso, as punições estabelecidas no estatuto – como advertência, prestação de serviços à comunidade e internação em estabelecimento educacional – passariam a valer apenas para adolescentes com idades até 15 anos.

Resultados – Em balanço apresentado nesta segunda, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, sigla em inglês) mostrou que a legislação representou um avanço, mas a realidade ainda está longe do ideal. “Analisando a trajetória desses 25 anos, podemos afirmar que o Brasil tomou a decisão certa em adotar o Estatuto”, sustentou o representante da instituição no Brasil, Gary Stahl. “O Brasil precisa agora se focar nos mais excluídos. Para isso, são necessárias ações específicas, capazes de alcançar as crianças e os adolescentes que foram deixados para trás”, ressaltou.

Entre os pontos positivos está a queda da mortalidade infantil. O estudo mostra que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil passou de 51,4 mortes de crianças menores de um ano para cada mil nascimentos para 12,3. O resultado é melhor que as médias dos demais países da América Latina (42,7 para 15,2), dos países em desenvolvimento (68,9 para 36,8) e do mundo (62,7 para 33,6). A ampliação das consultas de pré-natal no país é uma das causas.

O país progrediu também em todos os indicadores na área de educação, como por exemplo na redução da taxa média de analfabetismo entre brasileiros de 10 a 18 anos de idade. Em 1990 era de 12,5% e em 2013, de 1,4%, segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad). O Brasil conseguiu melhorar ainda o acesso ao ensino fundamental. De 1990 a 2013, o percentual de crianças e adolescentes em idade obrigatória fora da escola caiu 64%, passando de 19,6% para 7%.

Para o Unicef, o principal desafio está relacionado com a violência contra os menores. De 1990 a 2013, passou de cinco mil para 10,5 mil os casos de homicídios ao ano (Datasus, 2013), o que representa um aumento de 110%. Isso significa que, em 2013, a cada dia, 28 crianças e adolescentes eram assassinados. No Brasil, ainda segundo o levantamento do Fundo, 36,5% das causas de mortes nessa faixa etária são relativas a assassinatos, enquanto esse percentual entre a população total é de 4,8%.

“A gente não tem que confundir o ECA e todo o bem que ele tem feito e o ambiente geral no Brasil [de preocupação com a violência]. O Brasil cuida bem das crianças, mas está vivendo uma situação de violência muito séria que precisa de uma resposta”, observou Gary Stahl.

Outro desafio apresentado pelo Unicef é o da exclusão escolar. Mais de três milhões de crianças e adolescentes ainda estão fora da escola, de acordo com o Pnad/2013. Os excluídos da educação representam as populações marginalizadas como pobres, negros, indígenas e quilombolas, pessoas com deficiência, além dos moradores de periferias dos grandes centros urbanos, no Semiárido, na Amazônia e na zona rural.

VII FÓRUM DE SUPERVISORES E COORDENADORES PEDAGÓGICOS DOS ANOS INICIAIS

7 jul

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             Nesta sexta-feira (03/07) a equipe do Centro de Referência para os Anos Iniciais – CRAI reuniu os Supervisores e Coordenadores Pedagógicos para traçar ações para o 2º semestre letivo/2015.

        Cada participante socializou os Projetos de Leitura desenvolvidos, objetivando o fortalecimento dos mesmos através de ações que contribuirão para a melhoria da qualidade do trabalho com a leitura como intervenção pedagógica em sala de aula.

Convite do Encontro

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